Doces decorações em tons pastéis

17 de fevereiro de 2019

Estilos de decorações trazem conforto, aconchego, maior qualidade de vida e leva subjetividade nos ambientes decorados; já que imprimem a personalidade do morador.
Eu amo os tons pastéis Candy Colors, o chamado tons pastéis e sua história do uso é muito bonita e delicada.
Os tons pastéis foram introduzidos na moda, beleza e decoração nos anos 50, no pós-guerra.
Para acalmarem os ânimos e imprimirem docilidades em tempos de paz, os tons pastéis foram adotados para amenizarem tempos difíceis, causados pela segunda guerra mundial que durou de 1939 a 1945.
Inspirações para tabela vieram de balas, doces e tudo referentes à docilidade. Quem não conhece o rosa bebê ou azul bebê que abrem sorrisos pela ternura das imagens; ainda na tabela existem lilás suave, amarelo clarinho e verde.
Nas decorações com novas releituras, o chamado Candy Colors proporcionam clima romântico, elegante, alegre e feminino.
Suspiro em imagens deste estilo de decoração, encanto-me pela estética e nestas fotografias; alívio o estresse.

Abraços e obrigada pela visita, espero adorável final de tarde para vocês.















Mudança de endereço do Natal para Sonhar

16 de fevereiro de 2019

Olá, amigos do Natal para Sonhar.
Mudei o nome do blogger para melhor adequar os dois blogues que tenho.
Como pretendo unificar as plataformas, o caminho foi feito através do blogger Armazém Home que tem por slogan elegância no simples e natural.
As postagens de natal continuarão nas temporadas natalinas e no resto do ano será dividida entre decoração de interiores, fotografia, crônicas, viver na serra e festas sazonais.
Quem não vistou o blogger Armazém Home, faço convite para passar por suas postagens no arquivo.
Agradeço sua compreensão e  tenham  excelente sábado, amanhã eu volto.

Caso não tenha um jardim, plantas em diferentes vasos são formas de embelezar não só ambientes e sim  seu dia, levantar seu astral, levar harmonia e energia. 



O elemento natural sempre foi muito valorizado na jardinagem, ás vezes ficamos presas a  futuras  compras de vasos, mas o  artesanato rústico, normalmente recicláveis, funcionam tão bem como este. 

Em pleno verão, agapantos fazem bonito não só em vasos, bem como em canteiros e dão charme a quaisquer jardins. Amam luz solar intensa e lhe retornar com lindas flores que podem sem brancas ou roxas.


Singelos atos que te fazem feliz

12 de fevereiro de 2019

Pequenos atos que trazem vida para o coração, todos nós os possuímos, basta identificá-los.

São aqueles momentos em que nos desligamos de preocupações e rotinas desgastantes.

Entramos em outra sintonia de bem-estar e os praticamos em pequenos atos para distrações da mente.

Semana passada, fui a vários passeios com minha amiga Tatá, entre conversas e deliciosos cafés; saiu um comentário bem pertinente ao que escrevi acima.

Pequenos atos estão ao nosso alcance e não os praticamos em virtude da vida atribulada, repletas de planos, trabalhos, ou simplesmente não paramos para fazê-los?

Entre vários argumentos e conclusões, argumentei que esses atos para mim são coisas simples que estão ao meu alcance:

Como brincar mais com minha fadinha Mariana, está já uma mocinha em fase de transição tão peculiar a esta fase de idade, acredita em histórias mágicas e a cabeça no mundo da adolescência.

Ouvir mais músicas, cuidar do jardim, fotografar bem mais, concluir projetos fotográficos, ler meus blogues preferidos, meus livros, os escolhi com grande dedicação e pilhas já estão crescendo pela falta de foco.

Talvez o foco seja meu ponto principal para me corrigir, não se distrair em outros estímulos em demasia, mal do nosso tempo, com tantas informações e ansiedade em saber tudo; o que se passa nas redes sociais, jornais, revistas, política, economia...ufa...haja tempo!

Quais são os pequenos atos que te fazem feliz, adoraria saber.

Obrigada pela visita,  abraços.


Laços invisíveis das casas antigas

7 de fevereiro de 2019

Sempre vou  ao Castelinho do Caracol em Canela, uma casa de 108 anos construída por Pedro Carlos Fransen , hoje é museu e casa de chá; revejo seus pertences e os admiro magicamente nos pequenos detalhes.


O cotidiano da casa com seis filhos e objetos de família espalhados te convidam para se debruçar na vida familiar, há incentivos por todos ambientes, sala de chá, sala de jantar, pertences do campo, cozinha, quartos, escritório, brinquedos, sala de costuras das meninas, além da maquinas, madeiras  pertencentes a antiga serraria da família.

A música que era bem apreciada pela família, existem inúmeros instrumentos musicais da sala do piano, também a dedicação à leitura, embora apenas alguns exemplares estão acondicionados no escritório.

Deixo registrado minha vontade de abrir a pequena barreira feita com uma simples corrente na porta do escritório, a fim de entrar para folheá-los, todavia a razão me detém.

A história que não sabemos, convém frisar, das mazelas ocorridas, alegrias, decepções, amores, fatalidades, perseverança, trabalho árduo, prosperidade ficam para imaginação ou dedicação para pesquisas de sua história- Castelinho do Caracol.

Em detalhes está o tempo passado e fica para o espectador entrar ou não na cena, seja apenas ver e admirar, ou se debruçar além do olhar e se envolver...imaginar a vida passada em detalhes, além da ambientação, detalhes de atos simples que fizeram a história em seus ambientes.

Entre fotografias consegue-se imaginar quantas histórias se desenvolveram, quantas transformações levaram um a um dos seus moradores ao seus destinos.

A casa foi-se esvaziando de sons, rumores, sorrisos e a roda da vida se encaminhou para atualmente guardar as recordações familiar de outrora.

Termino esta postagem com uma frase da música "Fotografia" de Leoni e Léo Jaime que conseguem  sintetizar em palavras tão bem; minha atração pelas casa antigas, bem como museus e fotografias, justamente encontrar o que está tão bem escrito:

"...O que vai ficar na fotografia

São os laços invisíveis que havia."